Monthly Archives: fevereiro 2020

Segurança no Carnaval

Dicas Para Um Carnaval Seguro!

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Instituto de Pesquisa Kaspersky listou algumas dicas para quem irá curtir a data em segurança

Quem de nós nunca se distraiu pelo embalo das marchinhas, do som da bateria e da diversão que o Carnaval nos traz? Mas se tem uma coisa da qual não podemos deixar de ter, é a atenção redobrada nessa época.

Segundo o Ministério de Turismo, o Carnaval desse ano deve atrair mais de 36,8 milhões de pessoas somente em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal. Durante esse período, é normal que os foliões se distraiam e estejam mais vulneráveis a golpes (seja física ou digital). Um levantamento realizado no Carnaval do ano passado mostrou que, em cada 10 entrevistados, 2 afirmaram ter sido vitimas de algum golpe ou sofreram algum transtorno nos dias de festa.

Os principais problemas citados na pesquisa de 2019 pelos entrevistados foram: roubo ou furto de celulares (78%) e dinheiro (65%), bem como cartões de crédito e/ou débito (33%). E ainda, a pesquisa também apontou que pessoas que tiveram seus documentos pessoais, cartões de banco ou cheques roubados, de alguma forma sofreram tentativa de fraude do uso de seu nome para saques, compras ou abertura de financiamentos e empréstimos (30%).

“Os golpes podem ser encontrados de diversas maneiras e utilizam diferentes ‘adereços’ para agradar ao público, permeando o mundo físico e o digital. O cuidado deve ser redobrado durante a folia, já que realizar pagamentos em grandes aglomerações pode ocasionar possíveis roubos de senha de cartões ou clonagem – e consequentemente o aparecimento de transações indesejadas”, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky.

A própria Kaspersky preparou algumas dicas para os foliões aproveitarem as festas de Carnaval com tranquilidade e segurança:

  • Bloqueie seu celular! Você cadastrou seu celular para desbloquear apenas com senha ou sua digital? Infelizmente quase 2 em cada 10 brasileiros fazem isso. Se no caso do celular for roubado, imagine toda informação que o criminoso terá acesso: como por exemplo, suas redes sociais, Whatsapp, banco, e-mail, app de carona e de entrega de comida. Pois é, imagine o transtorno que seria?  
  • Dupla autenticação SEMPRE. Caso tenha um celular roubado, lembre-se de acessar todas as suas aplicações para desconectar o serviço (Whatsapp, Facebook, Instagram etc.) do dispositivo – isso impedirá que o criminoso se passe por você. Com a verificação em duas etapas ativada, também não será possível reconectar a conta, pois o ladrão só saberá seu código pessoal. Caso você use um app de geração de autenticação única (OTP), como o Google Authenticator, lembre-se de desativá-lo também.
  • Anote e salve o IMEI do seu celular em lugar seguro. Geralmente é um número que pode ser encontrado na caixa do celular ou no adesivo em sua bateria e se trata do Identificador Global Único do seu celular. De posse dele, o usuário consegue bloquear o aparelho ligando para a operadora, bem como registrar um boletim de ocorrência. Além disso, esse número também serve para que, caso o celular seja encontrado, a polícia possa devolvê-lo.
  • Não confie 100% em Wi-Fi gratuito. Caso queira ou precise utilizar um Wi-Fi público, tome cuidado e não (nunca) utilize páginas web que pedem suas informações ou credenciais, como Facebook, Twitter, banco. Você não sabe como a página faz a transferência desses dados e, caso ela não esteja protegida, qualquer pessoa mal intencionada conectada na mesma rede sem fio poderá roubar seu login e senha.
  • Cuide bem da sua carteira! Se for aproveitar o Carnaval, dê preferência em utilizar o cartão de crédito em vez do de débito. Muitos cartões de crédito têm embutido no sistema uma proteção contra fraudes que reembolsa as vítimas caso algo de ruim aconteça. E fique sempre atento, quando for fazer alguma compra, tome cuidado na hora de digitar sua senha. Veja se não há ninguém suspeito próximo tentando ver sua senha. E não entregue seu cartão para outra pessoa, mesmo que ao utilizar a função pagamento por contato (NFC). Por muitas vezes, menos de um minuto é o suficiente para que criminosos experientes clonem o seu cartão ou substitua por um cartão parecido.
  • Não carregue seu celular com a USB! É horrível quando estamos aproveitando a folia e acaba a nossa bateria bem na hora de tirar aquela foto que seria marcante pra nós. Mas se você precisar carregar o seu celular, leve o seu próprio carregador ou um carregador portátil. A conexão via USB, além da função de carregamento, permite a transferência de dados e você nunca saberá se há algum dispositivo conectado do outro lado querendo roubar seus dados.

Enfim, Cuidado nunca é demais.

ALERTA! Proteja-se da clonagem do WhatsApp.

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Neste começo de 2020, quase 200 mil brasileiros tiveram o WhatsApp clonado segundo pesquisa.

Segundo uma pesquisa realizada em 2019 pela Psafe, empresa de segurança de celulares, desde o começo de 2020 mais de 8,5 milhões de brasileiros já foram vitimas de clonagem do Whatsapp. Em janeiro, deste ano, mais de 198 mil brasileiros tiveram seus Whatsapp clonados. Segundo o levantamento, o vazamento de conversas privadas é o principal prejuízo da clonagem, citado por 26,7% dos entrevistados, seguido do envio de links com tentativas de golpes para outros contatos (26,6%), pedido de dinheiro a amigos (18,2%), perda da conta no aplicativo (18,0%) e chantagem (10,5%). A maior parte dos casos aconteceu no Sudeste, sendo 24,2 mil no Rio de Janeiro, 41,2 mil em São Paulo e 15,9 mil em Minas Gerais.

A tática mais usada no golpe foi a falsa vaga de emprego em empresas conhecidas para atrair as vítimas. Na mensagem existe um link, que ao clicar, o usuário é direcionado para um site falso com um questionário e depois o indivíduo é induzido a compartilhar o link do golpe com mais dez contatos para desbloquear a vaga. Na verdade, o criminoso só está usando o artifício para espalhar o golpe entre os contatos da pessoa.

E para conseguir clonar o celular, o golpista abusa da criatividade e com diferentes argumentos, induz a vítima a enviar o código de liberação.

E outras formas mais comuns são, anúncios de vendas em sites, como OLX, e a mais recente “golpe da festa” com o intuito de clonar o WhatsApp de atores, influenciadores e youtubers.

No golpe da festa, o criminoso pesquisa por eventos que terão a presença de pessoas famosas. Depois, se passando pelo organizador da festa, o golpista entra em contato com a potencial vítima para solicitar uma suposta confirmação de identidade. Para realizar a confirmação, a pessoa precisa informar um código enviado ao seu celular. Contudo, o que a vítima não percebe é que este código se trata de um PIN de seis dígitos que libera acesso à sua conta do Whatsapp. Ao fornecê-lo, ela tem a sua conta no mensageiro bloqueada em seu celular e liberada no aparelho do atacante – explica o diretor do fndr lab, laboratório especializado em segurança digital da Psafe, Emilio Simoni.

E as redes sociais não estão imunes ao golpe. O golpista cria um perfil falso da empresa a partir de uma reclamação sobre a loja ou produto e entra em contato com o consumidor, dizendo que irá resolver o problema dele se ele confirmar o código.

Após a clonagem, o mais comum é se passar pela vítima e contatar familiares e amigos simulando uma situação de urgência para pedir depósitos. Também acontece de o fraudador encontrar algo confidencial da vítima e fazer chantagem”, explica Emilio Simoni.

APRENDA A SE PROTEGER DO GOLPE!

Saiba como se prevenir da clonagem de Whatsapp e o que fazer nesse caso?

COMO EVITAR A CLONAGEM

Ative a autenticação de dois fatores.

Para isso, no aplicativo, clique em configurações (Android) ou em ajustes (IOS), selecione a opção “conta” e, depois, a confirmação em duas etapas. Nunca informe o código de liberação de acessos a terceiros

EM CASO DE CLONAGEM

  • Avise seus contatos do aplicativo que você foi vítima do golpe e não tem controle sobre mensagens enviadas.
  • Desinstale o app, baixe novamente e tente acessar sua conta com o novo código de ativação recebido via SMS. Ao inserir o código, a pessoa que estiver usando sua conta em outro aparelho será desconectada.
  • Registre um boletim de ocorrência, fornecendo as informações deixadas pelo golpista.

CARACTERÍSTICAS DAS MENSAGENS DO GOLPE

  • Possuem links clicáveis e telefone para contato
  • Solicitam senha ou informações pessoais
  • São enviadas sem qualquer solicitação prévia .

FONTES

O TEMPO;
O FNDR LAB e Pesquisa Direta;
PLENO. NEWS;

Você Sabe Identificar Uma Fake News? A Maioria dos Latino-Americanos Não Sabe!

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Uma pesquisa feita pela empresa de cibersegurança Kaspersky, mostrou que 63% dos brasileiros não sabem reconhecer uma notícia falsa, ficando em 6° lugar atrás dos mexicanos e dos argentinos (66%), dos chilenos (70%), dos colombianos (73%) e dos peruanos (79%). Mostrando que em média 70% dos latino-americanos não sabem identificar uma notícia falsa na internet.

No mesmo estudo ainda foi dito que apenas 16% dos entrevistados não conhecem o termo “fake news”, sendo que 47% dos peruanos não sabem o significado do termo. Porém, os brasileiros estão mais familiarizados com o termo, visto que apenas 2% dos entrevistados brasileiros não conhecem a expressão.

A pesquisa também mostrou que 2% dos latino-americanos consideram as fake news como inofensivas, enquanto a maioria dos entrevistados as considera danosas e perigosas.

Quantos Latino-Americanos Verificam as Notícias Recebidas?

No Brasil, apenas 42% dos brasileiros questionam ocasionalmente as notícias que recebem e leem pela internet. Por nacionalidade, os cidadãos que mais questionam o que recebem são os peruanos com 52%, eles são seguidos dos colombianos com 47% e pelos chilenos, argentinos e mexicanos, deixando o Brasil em último lugar da lista novamente.

Por Onde os Latino-Americanos Buscam Suas Notícias?

De acordo com o estudo, em média, um terço de todos os cidadãos latino-americanos usam apenas as redes sociais para se informar diariamente e somente 17% se informam por sites da mídia tradicional. Destes, os que utilizam mais as redes sociais para se informar são os mexicanos (35%), seguidos dos brasileiros (33%), dos chilenos (32%), dos peruanos (31%), argentinos (28%) e colombianos (26%).

Qual a Faixa Etária de Quem Usa As Redes Sociais Para Se Informar?

Em relação a idade, a pesquisa mostrou que os jovens (18 a 24 anos) representam 38% dos que usam as redes sociais para se informar. Os mais fiéis às mídias tradicionais são as pessoas de 35 a 50 anos. Mas o que chama mais atenção é que quem compartilha e comenta em fake news são os usuários entre 25 e 34 anos e os que menos praticam essa ação são os usuários de 18 a 24 anos.

Como Se Proteger Das Fake News?

  • Sempre que a notícia envolver uma figura importante ou de destaque, verifique em canais confiáveis de informação;
  • Lembre-se que mídias sociais e aplicativos de mensagens são os principais canais para a disseminação de notícias falsas;
  • Tenha um pensamento crítico e saia do lugar comum.
  • Se você possui uma marca grande com uma alta exposição na mídia, utilize serviços de monitoramento de notícias;

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Veja Abaixo um Gráfico Animado da Matéria

Fontes

Uol Tilt;
Kaspersky;
Veja;