Monthly Archives: março 2020

Mudanças de Hábitos e Saúde Emocional na Quarentena

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Uma pesquisa, encomendada pela agência Leo Burnett, realizada entre o dia 13 e 16 de março ouviu a opinião de como as pessoas estão lidando com a quarentena e seus hábitos.

A principal preocupação dos entrevistados está na economia do Brasil e do mundo (52% como a principal preocupação). Logo atrás temos a preocupação de familiares e amigos contraiam a doença (48%) e a falta de produtos no supermercado (45%). Porém a pesquisa também revelou que apenas 52% dos entrevistados estão seguindo as indicações da OMS evitando sair de casa, frequentar bares e restaurantes, utilizar o transporte público, aglomerações e reuniões de família.

Como os Brasileiros Estão Coletando informações?

Sendo os canais de notícia o principal meio de se manter informado durante a pandemia, foi relatado que 82% dos entrevistados procuram notícia pelo menos uma vez ao dia e 53% dos entrevistados relataram que aumentaram consideravelmente o consumo por informação.

Os canais mais utilizados pelos entrevistados são a TV aberta (76% dos entrevistados utilizam esse canal), sites e blogs de notícias (77%) e as redes sociais (64%). Vale ressaltar que as redes sociais são os canais mais propensos a disseminação de fake news, como foi mostrado em um outro post feito no blog é importante validar as informações encontradas em redes sociais em canais de notícias confiáveis.

Consumo

A pesquisa também mostrou que com o aumento de casos de contaminação, os entrevistados afirmam tomar mais precauções contra a contaminação do vírus como lavar as mãos com frequência (68%), uso de álcool em gel (63%), ficar em casa por longos períodos (44%) e limpar assentos/privada (15%), essas atitudes mostram uma mudança também na decisão de compra dos entrevistados.

O consumo de produtos de higiene também aumentou os entrevistados passaram a comprar mais álcool em gel (83%)m sabonetes líquidos (56%) e desinfetantes (45%) e o papel higiênico teve um aumento reduzido entre os entrevistados (38%).

Em questão de alimentos o consumo de não perecíveis aumentou 45% dos entrevistados com mais de 36 anos estão comprando mais produtos não perecíveis, contra 24% entre os entrevistados abaixo dessa faixa etária, mas alguns produtos vão sobrar nas prateleiras do supermercado como as bebidas importadas (57%), alimentos importados (49%) e bebidas alcoólicas (45%).

Futuro

Tendo em mente a longa maratona contra o vírus, que vem ocorrendo em diversos países, muitos entrevistados (75%) dizem que os casos vão aumentar, mas devemos lembrar que a quarentena não vai parar o crescimento do número de casos, até alcançarmos o pico de casos (previsto para abril e maio), mas ajudará a manter o número de casos baixos de forma que o sistema de saúde do país possa atender aqueles que mais necessitam e que estão em grupos de risco.

Fontes:

PropMark;

G1;

Alma Clara Corsini

Mulher de 95 Anos na Itália Está Curada do Coronavírus!

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Alma Clara Corsini, de 95 anos, é uma das primeiras pessoas que se curou do vírus na província italiana de Modena.

Alma Clara foi internada no dia 5 de março e afirmou que está bem e que está aguardando a alta do hospital. Alma Clara recebeu um tratamento antiviral e apresentou uma reação favorável ao tratamento.

Outro caso de cura aconteceu na região de Lombardia, umas das regiões com mais mortes pelo vírus, onde um homem de 97 anos também está curado do novo coronavírus (Sars-CoV 2) causador do COVID-19. O homem recebeu alta nesta semana (22) e se recupera de uma pneumonia.

A Itália atualmente é o epicentro da pandemia na Europa e corresponde com três quartos das mortes causadas pelo vírus no continente.

Número de Casos Versos Casos Curados

Atualmente o número de casos de coronavírus somam 407.485, sendo que a China (81.591), a Itália (69.176) e os Estados Unidos (49.768) são os três países com mais casos no mundo que somam pouco mais de 50% de todos os casos do vírus. O Brasil ocupa a 19° posição de paises com mais casos do vírus com 1.980 casos confirmados, por volta de 0,4% de todos os casos no mundo, mas apesar do número de casos no Brasil ser baixo em relação com o resto do mundo é de extrema importância que nós possamos manter esses números baixos tomando as ações preventivas indicadas pela OMS e o Ministério da Saúde. (Dados do dia 24/03).

Mas vale a pena olhar também o número de casos de cura do vírus, sendo a China o país com maior casos de recuperação (68.000 casos, ou seja, por volta de 66% de todos os casos de cura), seguido do Irã (8.913), a Itália (7.432) e a Espanha (3.794), sendo que todos esses países tiveram seus primeiros casos entre dezembro de 2019 e o final de fevereiro.

Vacinas Contra o Vírus

Atualmente mais de 20 países de todo mundo trabalham em uma vacina contra o vírus, o Estados Unidos e a China são os países mais avançados em seu desenvolvimento (testes em humanos) e o Brasil também está nessa corrida utilizando um método diferente e inovador para combater o vírus mas apesar dos avanços feitos até agora, vale ressaltar, que uma vacina segura para a população pode estar disponível daqui 12 meses.

Fontes:

Saudável;

Gazzeta di Modena;

Arcgis;

Vacina corona

Notícias Sobre o Coronavírus

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Em meio a quarentena é importante se manter positivo. Pensando nisso a CService decidiu compilar notícias positivas relacionadas ao coronavírus.

Estados Unidos Começa a Fazer Testes Em Humanos Com Vacina Contra O Coronavírus

Primeiros testes de reação da vacina são feitos em Seattle

Os primeiros testes em humanos da vacina do COVID-19 começou nesta segunda-feira (16) no Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, o Niaid. Os testes feitos têm como objetivo descobrir se a vacina é segura. Caso os testes forem bem-sucedidos, os próximos conjuntos de testes vão medir a eficiência da vacina.

Apesar do teste ter iniciado “em velocidade recorde”, disse Anthony Fauci, diretor do instituto, a vacina não deverá estar disponível em menos de um ano, mesmo se mostrando segura e eficaz nos primeiros testes.

O rápido desenvolvimento da potencial vacina não tem precedentes e foi possível devido a quantidade de informação já obtida em surtos passados de coronavírus, a Sars e a Mers.

Os testes estão ocorrendo em Seattle, no estado de Washington e apesar da região abrigar diversos casos do COVID-19, o local foi escolhido antes mesmo dos primeiros casos ocorrerem.

A empresa de biotecnologia Moderna está usando o material genético, RNA mensageiro, para fabricar vacinas, a empresa também possui outras nove vacinas em desenvolvimento, incluindo outras diversas para vírus de doenças respiratórias. Mas nenhuma das vacinas com essa tecnologia chegou ao mercado.

Barney Graham, vice-diretor do centro de pesquisa de vacinas do instituto, afirma que “o objetivo aqui é estar pronto para todas as famílias de vírus que podem infectar seres humanos”.

O Teste

O Estudo está recrutando 45 adultos saudáveis entre 18 a 55 anos. Cada adulto receberá duas doses com 28 dias de intervalo. O nome da vacina é mRNA-1273.

Nem todos os participantes receberão a mesma dose, três doses diferentes serão testadas em grupos de 15 pessoas. O estudo determinará se a vacina é segura e se estimula o sistema imunológico a produzir os anticorpos que podem impedir o vírus de causar a COVID-19 e a sua reprodução dentro do corpo humano.

China Começa Teste Clínico Contra Coronavírus

Sendo uma das vacinas mais avançadas, junto da vacina que está sendo criada pelos Estados Unidos, a China anunciou nesta terça feira (17) que acelerou a corrida para ser o primeiro país a achar um remédio contra o COVID-19. O Ministério da Defesa confirmou que o primeiro protótipo contra o coronavírus está pronto para testes clínicos. O projeto está sendo desenvolvido pela CanSino Biologics, em Tianjin, em colaboração com a Academia Militar de Ciências Médicas.

Os responsáveis pelo estudo estão procurando adultos saudáveis de 18 a 60 anos e que não tenham sido infectados pelo coronavírus previamente. No entanto, da mesma forma que a vacina dos estados unidos, a vacina só estará pronta para comercialização em pelo menos 12 meses.

A China também conta com um protótipo de vacina com RNAm, da mesma forma que o Estados Unido está trabalhando, porém ainda está na fase de testes em animais e só deve iniciar os testes em humanos em meados de abril.

Até agora foram feitos testes em 108 voluntários, todos de Wuhan (cidade que originou o surto do vírus), que receberam a primeira dose da vacina na última sexta-feira (20).

Os voluntários que foram vacinados serão acompanhados por seis meses para observar qualquer reação negativa imediata e de longo prazo da vacina.

Atualmente não existe um tratamento ou vacina comercial com eficácia confirmada para o vírus e muitos hospitais estão tratando apenas os sintomas.

Enquanto isso, a Russia afirma que iniciou os testes em animais de uma vacina contra o COVID-19. Os resultados só serão divulgados em junho. O país afirmou que em janeiro que iria iniciar o desenvolvimento de uma vacina, depois de ter recebido da China o genoma do vírus causador do COVID-19 (Sars-Cov 2).

Brasileiros estão criando Vacina Inovadora Contra o Coronavírus

Brasileiros trabalham em vacina contra coronavírus utilizando um método diferente em comparação com os outros países. Os primeiros testes em animais acontecerão nos próximos meses.

A pesquisa está sendo feita No Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Cientistas brasileiros estão investigando uma vacina feita por meio de uma partícula artificial semelhante ao coronavírus.

Como mostrado nas notícias acima, as vacinas criadas ao redor do mundo hoje, são de maioria baseadas do material genético mensageiro (RNAm).

Kalil, diretor do laboratório e coordenador do projeto, afirma que a maneira adotada pelos outros países, apesar de segura, não traz uma resposta imunológica forte.

A proposta de vacina brasileira não utiliza o material genético devido a falta de informação referente ao vírus para produção de uma vacina eficaz.

As partículas criadas para a produção da vacina brasileira são VLPs (virus like particles ou partículas semelhantes a vírus). Elas são criadas em laboratórios e são identificadas pelo nosso corpo como um vírus e, nesse caso, como o vírus causador do COVID-19. Caso a vacina seja bem-sucedida o corpo humano poderá se tornar resistente aos vírus que sejam semelhantes ao coronavírus causador do COVID-19.

Remédio Japonês se Prova Eficaz Contra o Coronavírus

Medicamento japonês criado pela Toyama Chemical (Grupo FujiFilm) o FAvipiravir (T-705, avigan ou favilavir) se mostrou eficaz com o tratamento experimental contra o coronavírus (COVID-19).

O medicamento foi testado em dois tratamentos experimentais em Wuhan (epicentro do vírus) e em Shenzhen (cidade fronteira com Hong Kong). O resultado foi divulgado pelo diretor do Centro Nacional da China para o Desenvolvimento da Biotecnologia sob o Ministério da Ciência e Tecnologia, Zhang Xinmin.

Os pesquisadores acreditam que o medicamento consegue inibir o RNA do vírus. Outras pesquisas também sugerem que o medicamento causa mutações letais ao vírus. Apesar dos seus efeitos em vírus o medicamento não causa nenhum efeito ao RNA ou DNA de células de mamíferos é não é tóxico.

O medicamento além da sua formulação oral também está disponível na versão intravenosa e foi aprovado em 2014 para uso clínico contra pandemias de influenza no japão.

O favipiravir têm demonstrado ação contra os vírus da gripe, vírus de Oeste do Nilo, vírus da febre amarela, vírus da febre aftosa, bem como outros flavivírus, arenavírus, bunyaviruses e alfavus. Atividade contra enterovírus e vírus da febre do Vale do Rift também foi demonstrada.

O favipiravir mostrou eficácia limitada contra o vírus zika em estudos com animais, mas foi menos eficaz do que outros antivirais, como o MK-608. O agente também tem mostrado alguma eficácia contra a raiva e foi utilizado experimentalmente em alguns seres humanos infectados com o vírus.

Fontes:

O Globo;

Notícia R7;

El Pais;

G1;

PFarma

Uol;

Imagem;

escritorios vazios

Coronavírus e a Semana do Home Office

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Com as medidas preventivas contra a disseminação do coronavírus diversas empresas optaram pelo home office como modelo de trabalho e muitos escritórios ficaram vazios

A medida que o coronavírus (COVID-19) veem crescendo no mundo, diversos países do mundo estão tomando medidas preventivas para frear o número de casos do vírus e as empresas começaram a adotar o modelo de trabalho do home office para evitar a exposição de seus colaboradores. Mas entre as vantagens do trabalho remoto existem dois fatores perigosos que podem afetar as empresas e a produtividade do colaborador: o vírus digital e a procrastinação.

Então para ajudar aqueles que nunca trabalharam de home office, aqui vai umas dicas para se manter produtivo e seguro fora da rede interna da sua empresa.

Cibersegurança

A Cibersegurança é um assunto que existe a muito tempo e muitas vezes é negligenciado por muitos. Então o que fazer para se proteger de vírus e ciberataques na rede da sua casa?

Quando se trabalha de casa é importante manter a senha de seu Wi-Fi forte e protegida. Se o modelo de trabalho do home office for de longo prazo é importante trocar a senha do Wi-fi com frequência. Caso queira testar a sua senha para saber se ela é segura, utilize este site feito pela kaspersky.

Outro fator para se atentar são e-mails suspeitos de phishing (coleta de dados sigilosos) e spear phishing(coleta de dados sigilosos e uso de malwares) de assuntos relacionados a coronavírus ou assuntos em alta.

“É importante que os usuários verifiquem o endereço de e-mail ou o remetente e entre em contato com esse remetente por meio de um canal diferente, confirmando que a mensagem foi enviada, antes de abrir anexos, links ou receber uma solicitação”, explica Jaya, do Avast.

Em meio a essa pandemia o FBI já confirmou que ataques de phishing já causaram um prejuízo de 1,7 bilhões de dólares a pessoas e empresas.

Recapitulando, mantenha a senha do seu Wi-Fi segura e forte, atualizando a senha com frequência e sempre verifique os e-mails com o remetente antes de fazer o download ou abrir os links em anexo.

Produtividade

Trabalhar em casa é um desafio, são diversas as distrações e a sua produtividade pode estar em risco. Então para deixar você preparado para o home office aqui vai umas dicas para se manter produtivo!

Para trabalhar de home office é recomendado seguir as seguintes dicas:

Não Trabalhar de Pijama: Embora seja confortável para o ambiente da sua casa, trabalhar com pijama condiciona o cérebro a diminuir o ritmo, já que usamos o pijama em momentos de lazer ou para dormir. Este tipo de conforto pode te deixar mais propenso a distrações.


Solução: É indicado trabalhar usando roupas leves como na rotina de trabalho mas caso uma reunião virtual com webcam seja necessária, o uso de um traje adequado é o recomendado.

Cumpra o Horário de Trabalho: Apesar de não haver necessidade de bater o ponto em home office é importante manter a rotina e impedir que as distrações presentes na sua casa como: hobbies, família e questões pessoais te impeçam de manter a sua produtividade.

Solução: Escolha um lugar calmo da sua casa para trabalhar, evite ficar em sofás ou na sua cama, já que estamos condicionados a usa lós em atividades de lazer ou para descanso. Procure também ter os materiais de trabalho no alcance de sua mão para facilitar o fluxo das suas atividades.

Alinhe as expectativas e os procedimentos com a empresa: Mesmo estando distante é importante manter a sua equipe em contato, isso vale tanto para o empregador quanto para o funcionário. Manter a comunicação ajuda na hora de fazer uma demanda uma vez sem sobrepor o serviço do seu colega de trabalho.

Solução:  Monte uma agenda online com os seus colegas de trabalho e mantenha as demandas em dias com cada demanda assinalada com um funcionário responsável. Além de orientar a sua equipe.

Aqui na CService

A CService também está tomando medidas preventivas contra o coronavírus! Estamos usando o modelo de trabalho do home office mas estamos a todo vapor! Se você quiser saber em primeira mão sobre todas as novidades do coronavírus entre em contato e peça um orçamento!

Fonte: 

InfoMoney;

6minutos;

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5G

A Internet do Seu Celular Pode Ter Uma Velocidade de 500Mb/s em 2023.

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Atualmente a conexão média é de 13,2 Mb/s mas até 2023 essa velocidade pode triplicar

Atualmente a maioria de nós utilizamos o 4G no nosso celular, que possui uma velocidade média de 13,2Mb/s, mas de acordo com a estimativa feita pela Multinacional Cisco a velocidade média do 4G pode chegar a 43,9 Mb/s e os usuários do 5G vão possuir uma velocidade de até 575 Mb/s.

O Mercado móvel é altamente competitivo e por isso é normal ver um crescimento acelerado das implantações, como é o caso do 4G e das primeiras redes de 5G, outro crescimento previsto é da implantação de Wi-Fi 6, que acontecerá entre 2020 e 2023. O número de usuários ativos com essas novas tecnologias terá uma representação de quase 60% vinda de apenas 3 países: China(20,7%), Japão(20,6%) e Reino Unido (19,5%) .

Outra previsão para esse mercado é que até 2023 existirão quase 30 bilhões de dispositivos conectados, sendo quase 50% desses aparelhos celulares, tablets, além disso, de acordo com a Cisco, até 2023 71% da população mundial terá acesso a internet e conectividade móvel como 2G, 3G, 4G e 5G (5,3 Bilhões de pessoas).

América Latina

A previsão para a américa latina é que em 2023 haverá 520 milhões de usuário com redes móveis, representando um crescimento de 3% em relação a 2018. Cerca de 50% de todos os dispositivos móveis conectados em rede serão latino-americanos daqui a três anos.

Já em relação à banda larga, estima-se que até 2023 a velocidade média alcance 59,3 Mb/s marcando um crescimento de 3,8 vezes em relação a 2018 (15,7 Mb/s). Em comparação com a conexão móvel, a porcentagem de aumento decai um pouco, apresentando um crescimento de 3,6 vezes. Outra conexão que crescerá até 2023 na américa latina é a velocidade média do Wi-Fi que crescerá 3,3 vezes em relação a 2018.

Achou essa notícia interessante? Ela foi selecionada por um de nossos gestores! Se você quer receber notícias do seu mercado de atuação entre em contato!

Fonte:

Cisco;

TechTudo;

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Industria 4.0

As Empresas Offline e Online Versus a Automação

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Os desafios e ganhos para o setor de serviços

Muito se tem falado das novas tecnologias como AI, veículos autônomos, automação industrial e etc mas quando analisamos os setores do mercado é necessário voltarmos um pouco para entendermos as especificidades deste segmento diversificado. Devemos fazer isso porque se de um lado temos grandes apostas e inovações das novas tecnologias, do outro lado do espectro ainda temos setores que estão caminhando para sua digitalização.

Na última década presenciamos o rápido crescimento das tecnologias no mundo. Hoje já é normal ouvir a palavra inovação e a internet e os celulares já estão difundidos em quase todas as camadas da sociedade. Segundo a Agência Brasil (2019), já chegaram a 204 milhões de celulares sendo usados no Brasil e cerca de 70% dos brasileiros utilizam alguma rede social.

Setores Online e Offline

Apesar da naturalidade do uso da tecnologia, muitos setores do mercado ainda estão passando por um processo de adaptação digital tão profunda quanto aquele que sofreram uma transformação quase imediata.

Os setores mais tradicionais como o da construção, pequenas reformas, serviços domésticos, aulas e eventos atuam focados nas indicações ou no boca a boca, como no caso de autônomos ou microempreendedores, o que os torna esses segmentos muito offline comparados a setores como o e-commerce, transporte por aplicativo, serviços de streaming e etc, que estão completamente digitalizados e online captando públicos de diversas faixas etárias e classes sociais.

Os setores mais familiarizados com a tecnologia e que estão mais online, ainda possuem uma união com o offline utilizando os aspectos positivos de ambos os lados. Se a contratação é digital, utilizando a facilidade e rapidez, o serviço em si sempre será offline e humana. E foi com esse pensamento que muitos desses setores evoluem seus modelos de negócio, trazendo mais agilidade, eficiência e a qualidade de atendimento junto de um bom relacionamento com o cliente.

Com o crescimento das empresas e serviços online podemos ver também a tendência de que a contratação de um serviço online é cada vez mais comum ao nosso dia a dia e se mostra como o carro chefe das conversões de mais e novos clientes.

Com as novas tecnologias e inovações do mercado, a tecnologia se tornou de fato uma tendência que está impactando todo o mercado remodelando seu cenário de atuação. Com o avanço das tecnologias é importante analisar também como o seu impacto afetará o mercado de trabalho e principalmente a colocação profissional. Com mais de 38 milhões de brasileiros trabalhando na informalidade (IBGE 2018), é de extrema importância analisar como as novas tecnologias irão contribuir e quais desafios surgirão que precisaremos resolver.

Automação e a Indústria 4.0

Quando pensamos em automação de funções, pensamos no advento da inteligência artificial, uma tecnologia que tem se desenvolvido de maneira acelerada e se mostra como uma tendência para as empresas online que querem se inovar hoje.

Com a convergência dessas tecnologias, físicas e digitais, que marca a indústria 4.0, as máquinas que antes podiam exercer estritamente os parâmetros estabelecidos, agora conseguem se adaptar conforme a situação, com maior capacidade para a tomada de decisão, por meio de dados e sensores. Dessa maneira, torna-se possível garantir uma maior eficiência e fazer as coisas certas na execução de determinadas tarefas mais repetitivas como, por exemplo, dirigir, fabricar produtos ou até mesmo construir uma casa.

Com o crescimento das tecnologias de automação que marcam a indústria 4.0, dando autonomia a máquinas que antes seguiam parâmetros estritos e que agora podem adaptar seus parâmetros conforme a situação e histórico de sua operação tendo assim uma maior capacidade para tomada de decisão tendo mais eficiência e capacidade de tomar as ações certas na execução de determinadas tarefas mais repetitivas como uma linha de produção, dirigir, análise de dados, o famoso big data, e processos de logística.

Um pensamento comum referente às novas tecnologias de automação é que elas vão substituir algumas profissões, mas do outro lado temos uma geração de novas oportunidades de trabalho que unam as pessoas e as máquinas, além da criação de novas indústrias e demandas. Outro ponto de vista é que com o aumento da produtividade pela automação as empresas poderão se expandir gerando mais empregos e em contrapartida vão gerar novos produtos e concorrentes que também vão gerar novas oportunidades. É importante ressaltar também que a necessidade de vagas se mantém estável, mas o salário e as competências necessárias não se mantêm.

Para tornarmos essas inovações tecnológicas mais positivas precisamos pensar nelas como uma forma de aperfeiçoamento da experiência das relações humanas. Quando falamos de automação esperamos que as pessoas possam focar mais em desenvolver e exercer melhor suas capacidades e usar as máquinas como um facilitador para seu serviço e dia a dia.

Como é Aqui na CService

Aqui na CService não é diferente, utilizamos tecnologias de automação como inteligência artificial e crawlers para colaborar com o serviço prestado por nossos gestores, filtrando as notícias desinteressantes para os nossos clientes.

Fonte:

Diário do Comércio – BH – 07/03;

Vox;

Imagem;

Youtube

Youtube, Uma Grande Ferramenta Para Alavancar Sua Carreira.

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Com a ajuda da plataforma de vídeos, cada vez mais profissionais crescem como influenciadores em suas áreas de trabalho.

Hoje em dia, com a internet, qualquer pessoa pode aprender de tudo um pouco, há profissionais que estão cada vez mais engajados na geração de conteúdo como forma de desburocratizar suas profissões para leigos e ainda conseguir de certa forma, uma remuneração por isso.

Você pode dar uma pesquisada rápida na plataforma para constatar a quantidade de atividade que parecem ser das mais complexas, como Investimentos, Processos Trabalhistas, vídeos para desburocratizar profissões, como direito e matemática, influenciadores ganham relevância e se projetam no mercado de trabalho.

Direito Para Leigos

Um exemplo disso é o advogado Pedro Saliba (28 anos) e sua mãe, também advogada, Gláucia Nasser, criaram juntos o canal “Posso Processar?”. O canal, focado em educação e conta com 56 mil inscritos, ensinando os conceitos básicos de direito para leigos. Temas como a Reforma da Previdência, proteção de dados e cobranças indevidas de bancos, são alguns dos temas que são abordados em seus vídeos.

“O direito é uma ciência social aplicada, tem vários formalismos, mas dá para explicar certas coisas para leigos e eles conseguem manejar seus conflitos de forma autônoma, evitando os trâmites do Judiciário”, explica Pedro.

Importante salientar, que Pedro não utiliza a plataforma para captar clientes, o que poderia ferir o código de ética da advocacia, mas sim, aposta na geração de conteúdo para ter mais relevância e credibilidade ao se apresentar fora das redes.

Ter um canal no YouTube pode ajudar a desenvolver a profissão, mas é preciso se organizar para tem um desempenho satisfatório, principalmente se você já possui um emprego. Até porque você pode expor a empresa desnecessariamente.

Amor à Matemática

Muitas pessoas concordam que a disciplina escolar menos apreciada é Matemática. Porém, uma matemática chamada Julia Jaccoud, de 26 anos, ensina em seu canal técnicas para passar no vestibular e com isso tenta desmitificar de que o assunto e a profissão são chatos.

Seu canal conta com mais de 79 mil inscritos, e no ano passado, Julia parou de dar aula para poder estudar e tentar uma veja em um mestrado.  O YouTube é hoje, sua principal fonte de renda.

“Produzir conteúdo foi uma porta de entrada para todos os trabalhos que eu fiz. As pessoas já sabiam como eu encarava a matemática e a educação de uma forma geral. Quando essas coisas se alinham, fica mais interessante o vínculo com as instituições. O canal funciona como um portfólio, algo que diz muito sobre mim.” diz Julia.

Ponte Para o Mercado de Trabalho

Outra história que destacamos é a da estudante de administração Nathália Rodrigues, de 21 anos, que em meio à rotina de graduação e estágio, encontra tempo para desenvolver sua carreira como produtora de conteúdo em seu canal Nath Finanças, que conta com 87 mil inscritos.

“Antes de começar, no ano passado, eu fiz uma pesquisa de mercado e vi que, embora muita gente fale de finanças no YouTube, eles não falam para a população que ganha pouco. Não ensinam os termos básicos de finanças e economia doméstica”, conta.

Foi através de um post no Twitter que fui encontrada pelo atual chefe da empresa da qual trabalha atualmente. “Eu postei no Twitter que trabalhava na área de logística e queria migrar para a financeira, e o meu atual chefe me mandou o processo seletivo. Meu emprego é flexível, eles sabem que, se eu tiver que trabalhar em outra cidade por causa do canal, eu posso ir”, diz.

Nath pretende seguir alinhando os estudos ao trabalho formal e a criação de seus conteúdos na plataforma de vídeos. “O canal me ajuda a fazer meu nome, as pessoas já me conhecem como Nath Finanças [apelido que ganhou no Twitter, marcas e grandes empresas me seguem e querem conhecer o meu trabalho, o que é muito bom para a minha carreira. Se eu for fazer um trainee em uma instituição da área financeira, as pessoas vão saber como eu sou”, destaca.

E você, Reconhece a Importância das Redes Sociais e o Que Está Sendo Dito Sobre a Sua Empresa?

Assim como o YouTube, as redes sociais passaram a ter um grande papel no processo de compra. Muitas pessoas expõem suas opiniões e preferências nas redes sociais, e é muito importante para a empresa acompanhar a percepção de seus consumidores sobre sua empresa.

O monitoramento das mídias sociais pode ser decisivo para antecipar, prevenir e gerenciar crises de imagem, acompanhar tendências, conhecer melhor seu público alvo, além de construir melhor as estratégias de marketing e comunicação. Ferramentas especializadas nesses serviços auxiliam no monitoramento eficiente, com a apresentação de gráficos e dashboards automáticos, contribuindo no processo de tomada de decisões.

Dia da mulher

Empreenda Como Uma Mulher

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De acordo com o IBGE em 2018 apenas 39.1% dos cargos gerenciais são ocupados por mulheres.

A luta das mulheres pela igualdade não é recente e passou de um desejo para uma realidade. Ainda não vemos uma presença feminina forte em grandes indústrias mas as áreas da política, economia, administração e serviços possuem o maior crescimento.

De acordo com a Abstartups (Associação Brasileira de Startups), pouco mais de 15% de todos os 12 mil negócios fundados em 2019 foram idealizados e fundados por mulheres. Apesar de ser um número baixo, o mercado está mudando e a presença das mulheres no comando de startups vem crescendo a cada ano.

Uma tendência que cresce no país são programas e cursos profissionalizantes voltados para mulheres, como o {reprograma}, voltado para capacitação de mulheres para o setor de tecnologia, ou o programa WomenWill, da Google, que capacita profissionais para gerar autonomia no  mercado de trabalho e na vida financeira, além de muitos outros como o Empreendedoras Braskem, Women in Tech, da Cognizant, You Win: Young Women In Investment, da CFA Society Brazil, Eu Posso Programar, da Microsoft Brasil e assim por diante.

As mulheres que investem em cursos e programas profissionalizantes e de liderança relatam um grande desenvolvimento após a conclusão, além de benefícios para sua vida pessoal, como a redução significativa do estresse e ansiedade. “Consigo ver com clareza o que busco como resultado. Dessa forma, ficou muito mais fácil mapear as tarefas que precisam ser executadas e descartar as que não são relevantes” diz Vania Teofilo, entrevistada pelo estadão.

Os cursos também funcionam como uma forma de empreender. Marina Haddad, por exemplo, após concluir um curso sobre empreendimento e liderança feminina iniciou um workshop para conectar atividades físicas e empoderamento feminino o Missão Mulher.

Muitas mulheres também são modelos a serem seguidos em nossas vidas profissionais como Marry Barra (CEO da General Motors), Melinda Gates (Co-Fundadora da Fundação Bill & Melinda Gates), Susan Wojcicki (CEO do YouTube), Ginni Rometty (CEO da IBM), Ana Patricia Botín (CEO do Santander) e entre diversas outras mulheres que ascenderam em suas carreiras profissionais.

“Isso é sinal de que o mundo mudou. E nós, mulheres, somos responsáveis por essa mudança”, finaliza Beth.

Fontes:

Segs;
Saesp;
Estadão;
Imagem;

Anuncio no Uber

Uber testa publicidade em carros nos estados unidos

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Uber e Adomni montam parceria nos Estados Unidos para veicular anúncios em carros

Nos Estados Unidos a Uber começou a testar a exibição de anúncios estáticos ou em vídeo em painéis instalados no teto dos carros de sua frota. Os anúncios são exibidos em tempo real se baseado na localização geográfica do carro e do horário de circulação. O teste está sendo realizado em parceria da empresa Adomni de tecnologia de anúncios e a expectativa é implantar os anúncios definitivamente no segundo trimestre deste ano.

Os testes acontecerão até abril e mil veículos circulam com os painéis pelas cidades de Atlanta, Phoenix e Dallas, circulando apenas anúncios financiados pelo governo americano. Após esse período os anunciantes comerciais poderão colocar suas propagandas nos carros, comprando espaço por telefone ou pelo site.

Os motoristas da Uber e Uber Eats que participarem do teste receberão 300 dólares (aproximadamente 1350 reais), além de 100 dólares semanais com a condição de trabalharem 20 horas semanais.

Embora seja a primeira vez a Uber testa este tipo de mídia, diversos táxis que circulam em Las Vegas já utilizam letreiros deste tipo desde 2016, em um formato desenvolvido pela própria Adomni.

A iniciativa recebeu o nome de “Uber OOH powered by Adomni”. A sigla “OOH” significa “out of home”, que se refere a mídias que circulam em ambientes urbanos.

Fontes

Techtudo;
Adomni;

Pagamento por aprocimação

Pagamentos por aproximação, você já usou?

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Conhecidos também como CONTACTLESS, os pagamentos por aproximação já são realidade no Brasil e no mundo. Cerca de US$ 2 Trilhões foi o resultado da movimentação por conta dessa forma de pagamento, de acordo com a JUNIPER RESEARCH. Estima-se que deverá triplicar até 2024, segundo estudo.

Segundo o relatório, vários fatores serão responsáveis pelo crescimento, incluindo o aumento da infraestrutura para receber pagamentos por aproximação em todo o globo. No transporte público americano também será utilizado essa forma de transação.

Estima-se que no mercado norte-americano, os valores dessa modalidade de pagamento aumentem a uma taxa maior do que no mercado mundial, atingindo US$ 1,5 trilhão em 2024, em comparação com US$ 178 milhões em 2020.

A pesquisa também destaca o uso disseminado de carteiras móveis no mercado chinês, onde bilhões de clientes usam aplicativos habilitados para smartphone para compras, transferência, entre outros usos.

A força do Apple Pay

O relatório publicado no começo deste ano destaca o forte crescimento do serviço de pagamentos da Apple, o Apple Pay. De acordo com a pesquisa, a Apple Pay representará 52% de todas as transações OEM até 2024.

Os pagamentos OEM são aqueles feitos por meio de serviços no dispositivo móvel, como Apple Pay, Google Pay ou Samsung Pay.

A expansão da base de usuários do Apple Pay em regiões importantes, incluindo China e Europa, impulsionará o crescimento do mercado da empresa, segundo o relatório.

“A Apple agora está liderando este mercado, devido ao seu ecossistema unificado. Os concorrentes, incluindo Google e Samsung, devem continuar a expandir o alcance de seus serviços para fazer progressos no mercado”, explica Susannah Hampton, autora da pesquisa.

Mercado Brasileiro

Ao menos 17% dos consumidores brasileiros já experimentaram o pagamento por aproximação por pelo menos uma vez, segundo pesquisa da Mobile Time, em parceria com a Opinion Box, publicada em setembro de 2019.

O pagamento por aproximação, ainda de acordo com a pesquisa, é mais frequente entre consumidores das classes A/B (23%), e mais comum entre homens (21%) do que mulheres (13%).

Os jovens entre 16 e 29 anos (21%) são os que mais utilizam esse tipo de transação. Já no grupo entre 30 e 49 anos, a proporção cai para 16%, e no de 50 anos ou mais é de 12%.

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Fonte:

Consumidor Moderno;
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