Monthly Archives: junho 2020

agronegocio

Pandemia acelera digitalização do agro brasileiro

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Afastamento dos ambientes de negócios em razão da pandemia acelerou decisões e ferramentas on-line que conectam a produção

Com a digitalização acelerada causada pela pandemia, o agronegócio está vivendo um momento de expansão no uso de tecnologias digitais em diversos segmentos, o setor também está utilizando ferramentas para viabilizar, diante das atuais condições, a manutenção das cadeias produtivas e o contato com clientes e fornecedores.

A Nestlé, por exemplo, atualizou seu aplicativo Leiteria para prestar assistência técnica de forma remota aos seus fornecedores de leite. A empresa afirma que vai manter nesse período o compromisso de compra e captação de leite de 1,6 mil fazendas de forma direta e de outras 10 mil de forma indireta, o que envolve cerca de 20,4 mil famílias.

A Nestlé adaptou as auditorias realizadas junto aos produtores que fazem parte do programa Boas Práticas na Fazenda (BPF). O produtor envia o material necessário para a certificadora, que faz a avaliação e a validação.“Foi adotada uma solução de auditoria remota para que o produtor possa ser recertificado. Há produtores que são de grupo de risco”, explica Barbara Sollero, gerente de desenvolvimento de fornecedores e qualidade da cadeia de leite da multinacional.

Na área de saúde animal, a Biogénesis Bagó também se adaptou implantando uma metodologia de treinamento on-line para suas equipes de atendimento. O trabalho é feito conciliando conteúdo produzido e organizado em módulos. As atividades foram estruturadas em plataformas, pelas quais são feitos o acesso ao material e o contato com o tutor.

Carlos Godoy, gerente de marketing, explica que a ideia é reproduzir dentro do possível a situação das visitas presenciais. Mas o conhecimento do profissional de atendimento da companhia é transmitido pelo meio eletrônico à equipe da fazenda, reunida pelo seu gestor. “Isso traz a questão de sermos cada vez mais assertivos ao levar informação de qualidade que possa resolver o problema do pecuarista”, diz o executivo.

Segundo Barbara, o uso das ferramentas digitais já estava nos planos, mas a implantação foi acelerada. “A pandemia veio a acelerar essa inclusão digital no campo”, avalia.

Carlos Godoy, da Biogénesis Bagó, tem pensamento semelhante. Na visão dele, os treinamentos remotos otimizam recursos. A expectativa é que cada vez mais iniciativas sejam realizadas de maneira digital. “Devemos saltar de dez a 15 anos na inclusão digital dentro da porteira”, diz ele.

Fonte:

Globo Rural;

Escritórios Pós pandemia

Transformação dos Escritórios

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A espera da volta dos funcionários, empresas mudam instalações para atender recomendações de saúde e se preparam para nova dinâmica de trabalho pós-pandemia

A mudança de paradigmas pós pandemia é evidente e comentada em todos os setores. A quarentena acelerou tendências de digitalização, trabalho remoto e organização dos escritórios. Grandes empresas que resistiram ao home office descobriram, na marra, que para certos setores da empresa, o trabalho remoto é uma solução mais eficiente do que se imaginava. Com isso, diversas empresas vão estender o home office indefinidamente. revendo uma tendência no mercado imobiliário de residências menores e escritórios maiores. Outras empresas que planejavam aumentar espaço de escritórios, hoje pensam em criar mais espaços de lazer e diminuir o espaço reservado para trabalho.

Novas rotinas

Apesar dessas tendências apresentarem um ar moderno, digno de uma startup modelo, é necessário ter cautela e flexibilidade. Assim o funcionário, junto do empregador, pode decidir a sua rotina entre trabalho remoto ou no escritório, dependendo das demandas e seus prazos. “Estamos trabalhado com várias possibilidades e ouvimos os funcionários para estabelecer até mesmo idas ao escritório sem horário fixo, para evitar horários de pico”, explica o vice-presidente global de Gente e Cultura do Grupo Stefanini, Rodrigo Pádua. Segundo Rodrigo, 90% dos funcionários estão trabalhando remotamente e a produtividade subiu 10%. Com isso a empresa pretende ter 50% do seu pessoal em home office.

Com a mudança de planos ocorrendo por conta da quarentena, a demanda por reformas em escritórios cresceu na Athie Wohnrath. A empresa de arquitetura preparou até uma cartilha para organizar a volta, de forma gradual. Para isso, estão previstas modificações de layouts e até de mobiliários para manter o afastamento. “Enquanto não surgir a vacina, o afastamento tem de ser respeitado. Por isso, muitos não cogitam ter mais do que 50% do pessoal de volta”, diz o CEO Ivo Wohnrath. A diretora de Projetos e Consultoria do Hospital Albert Einstein, Anarita Buffe, afirma que o distanciamento é um dos aspectos mais importantes em um plano de volta ao trabalho. Segundo ela, há muitas variáveis que precisam ser consideradas desde a natureza do negócio até a estrutura do escritório.

Diante de tantas exigências, a multinacional de seguros AON resolveu não só colocar seus 1,5 mil funcionários em home office como também rever seus espaços e chegou à conclusão de que a saída seria mudar de escritório. O objetivo foi chegar a um ambiente que ampliasse a cultura de colaboração sem deixar de lado as questões de saúde. “Buscamos um equilíbrio, sempre ouvindo o desejo do pessoal. Por isso, chegamos a um ambiente híbrido”, diz o presidente da AON no Brasil, Marcelo Homburger. Para conseguir isso, a corretora de seguros trocou um escritório de 600 m2 por um de 2,6 mil m2 para evitar aglomerações. Incerteza e insegurança são as marcas desses tempos de pandemia. E o desafio é entender como será o novo normal.

Fonte:

IstoÉ;

e-commerce

Com o Impulsionamento dos E-Commerces com a Quarentena a Crise do Varejo é Minimizada

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Apesar da atuação em vendas online, empresas notam queda nos lucros

A quarentena gerou um aceleramento numa tendência que já vinha tomando forma, a digitalização das empresas, porém, muitos setores como o do varejo, sofreram com a pandemia e a queda de vendas físicas, mas com a utilização dos e-commerces a crise pode ser minimizada.

Até o momento, em 2020, o faturamento por vendas online já subiu 28,8% em relação a 2019 e o número de pedidos subiu 31,6%, porém, o ticket médio caiu 2,2% devido o aumento na procura de produtos de uso básico e uma diminuição de produtos mais caros e menos essenciais.

“Vendas físicas são muito importantes, o varejo online apenas minimiza o impacto no faturamento. Veremos o efeito da pandemia de forma ampla no segundo trimestre”, diz Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos.

Grandes empresas do setor de varejo sofrem também com a quarentena apresentando uma queda de até 15% no lucro com a diminuição das vendas físicas. Outro fator que influenciou a queda do lucro foi o investimento na melhora da estrutura de entrega das empresas para acompanhar a tendência de digitalização que cresceu com a pandemia e a demanda por entregas online.

No cenário atual, empresas que já trabalhavam apenas com vendas online apresentaram uma vantagem, como o Mercado Livre, Amazon, Submarino, Shoptime e etc. Mesmo assim, algumas dessas empresas apresentaram queda nos lucros mesmo com o crescimento de vendas, devido a diminuição do ticket médio.

Ações de varejistas com forte atuação no e-commerce sofrem menos com a crise

Ações de empresas focadas apenas em e-commerce e vendas online

Apesar dos números negativos, as varejistas apresentam forte valorização na Bolsa de Valores. Ao contrário da maior parte do mercado de ações, elas ostentam valores recorde em plena pandemia, como Amazon, Magazine Luiza, B2W e Mercado Livre.

“Na Bolsa só temos empresas boas, as líderes de cada setor, e as opções de investimento são escassas”, diz Junqueira.

Fontes:

Folha;

Techmundo;

E-commerce

E-Commerces Após a Pandemia

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Com a pandemia o setor de vendas online ganhou mais popularidade, mas como será que o setor reagirá após a pandemia?

Como já foi dito em posts anteriores, os e-commerces conseguiram crescer mais do que nunca durante a pandemia. Esse crescimento serviu como um acelerador para a tendência da digitalização de produtos e serviços físicos.

Com isso, o setor de vendas online ficou mais forte e muitos consumidores perceberam as comodidades deste serviço e cerca de 70% da população pretende comprar mais em sites e aplicativos, indica pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). O estudo também mostra que compras via e-commerce estão cada vez mais comuns devido ao aumento de confiança em relação a compras online e a diminuição do receio causado pela quarentena.

Mais da metade dos entrevistados (61%) afirma que só começaram a utilizar as compras online devido a quarentena. “Não é à toa que alguns estabelecimentos ficam abertos apenas para atender os pedidos delivery, por meio de aplicativos ou redes sociais. Vivemos uma nova realidade, o almoço em família voltou a ser em casa, por exemplo”, afirma Elizeu Barroso Alves, coordenador dos cursos de Gestão Comercial e Varejo Digital do SBVC.

Um dos diferenciais para diversos e-commerces é a experiência do usuário, muitas pessoas se fidelizam a certas lojas online por conta de pequenos brindes, a forma que o produto é entregue, a embalagem e etc. A pesquisa apontou que 78% das pessoas questionadas estão satisfeitas com a experiência de compra online. “Eu mesmo, nesses dias comprei uma refeição e fiquei vislumbrando porque veio junto um bombom com uma carta de agradecimento”, comenta Alves.

O professor ressalta que os consumidores vão continuar realizando compras on-line, e, nesse caso, cabe aos empresários e empresas, criarem valores aos seus produtos. Para ele, criar diferenciais como a versatilidade dos produtos e os preços atraentes são fundamentais para a manutenção dos negócios.

Fonte:

Segs;

Feira Virtual

Feiras migram para o mundo virtual e tentam recriar interação física

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Para vender produtos artesanais, sites de eventos contam histórias de expositores e oferecem programação com transmissões ao vivo

Com a pandemia as feiras livres tiveram que parar e não podem acontecer fisicamente, com isso algumas pessoas migraram para o mundo virtual. Sendo impossibilitados de divulgar fisicamente a feira virtual, o site Feira Jardim Secreto criou um resumo do trabalho de cada produtor dos ramos de beleza, moda, papelaria e decoração.

As sócias Gladys Tchoport, 33, e Claudia Kievel, 31, também produziram uma programação cultural e gastronômica. Na primeira edição virtual, nos dias 15, 16 e 17 de maio, lives falaram de artesanato brasileiro e crescimento consciente para pequenas empresas.

Com a quarentena os e-commerces de todos os setores apresentaram um grande crescimento em popularidade e interesse entre empreendedores. A Feira Jardim Secreto foi criada em 2013 e fazia por volta de cinco sessões por ano reunindo até 10 mil pessoas por dia.

Gladys afirma que apesar da popularidade, a versão de e-commerce não está cobrindo os custos operacionais e ela espera que o e-commerce alcance um equilíbrio no próximo mês. Outro desafio, é a comunicação, já que na virtualização da feira, diversas mudanças organizacionais tiveram que ser mudadas para se adaptar ao ambiente virtual que requer outras demandas comparado ao meio análogo.

Outro exemplo afetado pela pandemia

No caso de José Roberto Giffoni, 54, ele teve que desmontar uma edição já organizada da Feira Sabor Nacional em março, quando foram proibidos eventos acima de 500 pessoas em São Paulo. “Vimos que a gente precisava se mexer rápido”, diz. A empresa, demorou 20 dias para fazer a primeira edição online com uma plataforma que aceitava mais produtores e uma cozinha industrial como espaço de apoio para armazenar os produtos.

No fim de semana de feira virtual, José Roberto e seus sócios recebem os pedidos, buscam os itens nos produtores, separam as encomendas e as entregam em até três dias. Por isso, só nos dias do evento as compras podem ser feitas. “Muitos clientes pedem para a gente fazer todo fim de semana. Mas não dá, é muito trabalho”, diz. A próxima edição está agendada para os dias 20 e 21 de junho.

“Embora a resposta seja positiva, em uma feira online você perde a compra de impulso, não dá ir na barraca para provar”, diz ele. O faturamento agora chega a 20% do que era no cenário pré-pandemia

Fonte:

Folha;

Home Office

Mesmo trabalhando mais, 86% dos profissionais gostariam de continuar no home office, diz pesquisa

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49% dos entrevistados disseram ter melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal sem o deslocamento diário;

O isolamento provocado pela pandemia do coronavírus pode mudar a rotina de trabalho para muita gente – mesmo depois que ela se for. Segundo uma pesquisa feita por uma empresa de recrutamento, 86% dos profissionais entrevistados gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência após a quarentena.

A pesquisa online foi feita pela Robert Half de 4 a 21 de maio e inclui respostas de mais de 800 trabalhadores com 18 anos ou mais, empregados nos escritórios brasileiros.

O lado positivo da pandemia

Entre os entrevistados, 78% disseram que estão trabalhando em casa. Eles foram questionados sobre: “Qual dos seguintes sentimentos positivos você sentiu em relação ao seu trabalho nas últimas semanas?”. 67% responderam que “Sei que é possível realizar meu trabalho em casa”, 49% disseram que “Meu equilíbrio entre trabalho e vida pessoal melhorou por não haver necessidade de deslocamento”, 25% disseram estar confortáveis usando a tecnologia e ou outros 19% disseram que se aproximaram de seus colegas e chefes.

Planejamento de carreira

Os profissionais também foram questionados sobre o quanto estão preocupados com a possibilidade de perderem o emprego atual como resultado da pandemia. Os resultados mostraram que 74% deles estão preocupados com a perda de seus empregos, sendo que 28% estão muito preocupados e 46% estão um pouco preocupados.

Retorno ao escritório

De acordo com a pesquisa, os profissionais brasileiros esperam mudanças no local de trabalho. 86% gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência do que antes da pandemia, 45% acreditam que será mais difícil construir relacionamentos fortes com colegas se as equipes não estiverem no mesmo prédio, 53% dos profissionais se preocupam em estar muito próximos dos colegas no retorno aos escritórios.

“O local de trabalho físico poderá até se tornar a alternativa, enquanto o home office vira a primeira opção. Nesse cenário, os colaboradores podem acabar indo ao escritório apenas para reuniões importantes com executivos e fornecedores, por exemplo. Por enquanto, a principal preocupação para empresários e gestores é a reabertura”, diz Mantovani.

Fonte:

G1;

e-commerce

Impulsionados pela quarentena, pedidos no e-commerce brasileiro cresce e registra abertura de mais de uma loja virtual por minuto

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No último mês, o número de pedidos feitos pela internet no país atingiram 23,8 milhões e nos últimos 2 meses, foram criados mais de 107 mil novos e-commerces

Com a pandemia, diversos brasileiros deixaram de frequentar shopping, mercados e comércios de diversos tipos. Com isso o setor de e-commerce apresentou um aumento em popularidade e vendas. De acordo com a pesquisa feita pela Compre & Confie, o número de pedidos online durante o mês de maio cresceu 132,8%, em relação a 2019.

O levantamento mostrou que o número de pedidos feitos pela internet em maio somaram 23,8 milhões, totalizando um faturamento de 9,4 bilhões de reais. No entanto, o valor gasto por compra diminuiu. Em maio, o tíquete médio (valor das vendas totais divididas pelo número de vendas) teve uma leve retração de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Aumento de Popularidade

O aumento das vendas por e-commerce também gerou um aumento de popularidade na modalidade de vendas e resultou em mais empreendimento no setor de vendas online. No Brasil, em pouco mais de dois meses, foram abertos mais de 107 mil e-commerces novos (). Esse foi o caminho encontrado por empresas e empreendedores para amenizar a súbita queda de faturamento causada pela pandemia.

“Com o fechamento do comércio, em março, quem nunca tinha pensado em comércio virtual teve de começar a desenvolver ferramentas para faturar alguma coisa”, diz o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da região do Bom Retiro, Nelson Tranquez. Na avaliação dele, a pandemia provocou uma mudança na cabeça dos empresários, que tiveram de se reinventar. Mesmo quem não teve condições de criar um site, passou a vender em marketplace ou por WhatsApp, completa.

Para o presidente da Trevisan, VanDick Silveira, a pandemia fez com que as empresas repensarem os seus modelos de negócio. “E ficou claro que o modelo digital dá resultado e veio para ficar.” Com o isolamento social, as pessoas passaram a comprar de tudo pela internet, produtos e serviços. “É uma mudança radical. Tivemos um salto de cinco anos nesse processo (de digitalização do consumidor)”, avalia Silveira.

Fonte:

IstoÉ;
InfoMoney;

Vacina Covid-19

Oxford chega a terceira fase de uma vacina contra o coronavírus e conta com brasileira na equipe de pesquisadores

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A vacina contra a covid-19 em desenvolvimento na Universidade de Oxford, no Reino Unido, entra esta semana em sua fase três de testes clínicos em humanos para testar sua eficácia

De todos os imunizantes desenvolvidos ao redor do mundo, este é considerado o mais promissor. E à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool está uma brasileira, a imunologista Daniela Ferreira, de 37 anos, especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas.

A aposta neste imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala. O objetivo é ter já o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado, evitando um possível atraso na proteção da população.

A vacina de Oxford faz parte de estudos que já tinham sido feitos para a Síndrome Respiratória Aguda Grade (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), também causadas por coronavírus. Por isso, a segurança da substância já havia sido parcialmente testada, o que permitiu que o processo fosse um pouco mais acelerado.

Testes Da Terceira Fase

Para que essa terceira fase, teste em humanos em larga escala, não leve muito tempo, Oxford conclamou 18 centros de pesquisa em todo o Reino Unido a testar o imunizante. Os cientistas estão recrutando prioritariamente profissionais de saúde, que são as pessoas mais facilmente expostas ao novo coronavírus. Vale lembrar que, num teste como esse, ninguém será infectado propositalmente.

No Brasil, a vacina será testada em 2.000 brasileiros, no Rio de Janeiro e em São Paulo, os voluntários não apresentam sintomas e não foram expostos a doença previamente. O estudo foi aprovado pela ANVISA, os primeiros 1.000 voluntários serão recrutados pela UNIFESP e os outros 1.000 voluntários serão recrutados no Rio de Janeiro.

Prazo

Daniela não quis fazer uma estimativa sobre quando a vacina ficará pronta. “Esses números voltam para te morder. Mas o que posso dizer é que entre dois a seis meses já saberemos se a vacina é eficaz.”

O grande problema, como explica a imunologista, é que não basta apenas a vacina ser eficiente. “É preciso saber se ela pode ser produzida rapidamente e em larga escala, se será acessível globalmente, se terá um preço razoável ou poderá ser distribuída de graça. Enfim, tudo isso entra nessa conta”, contou.

Fonte:

Uol – Saúde;
G1 – Saúde;

Fundadora da startup

Esse Será o Grande Aprendizado das Empresas Pós-Pandemia, diz Vittude

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A quarentena e a pandemia do novo coronavírus podem gerar estresse e ansiedade entre os funcionários e empresas devem olhar para o tema de saúde mental

Logo após o carnaval, a pandemia do coronavírus obrigou diversas empresas a fechar suas portas temporariamente ou adotar o home office em larga escala. Com isso, o isolamento social trouxe um olhar para um aspecto até então pouco valorizado: a saúde mental de seus funcionários.

O tema de saúde mental ainda é um tabu para a maior parte das pessoas mas, aos poucos, se torna mais comum nas rodas de conversa e mais relevante para as empresas, com isso a startup de atendimento psicológico virtual, Vittude, notou um crescimento de 400% no número de pacientes nos meses de março e abril em relação ao ano de 2019.

“Esse período pode gerar ansiedade, mexer com o organismo, mudar a rotina de sono e de exercícios”, diz Tatiana Pimenta, fundadora da Vittude. “Por ser uma crise de saúde, muitos passam a se preocupar excessivamente com a limpeza e o alto número de mortes, muitas vezes sem despedida, leva a um sentimento de luto.”

Em casa, colaboradores que moram com mais pessoas dentro de casa apresentam dificuldade para se estruturar para trabalhar de maneira adequada. Por isso, o grande aprendizado das empresas será ter empatia pelos seus funcionários, diz a empreendedora. O foco das empresas sempre foi gerar lucro e continuará sendo, afirma, mas agora é preciso prestar atenção para outro ponto para alavancar os números.

Se antes os grandes ativos das empresas eram máquinas e fábricas, hoje é o capital humano. Funcionários engajados e felizes produzem mais e atingem metas superiores, diz a empreendedora. Não apenas isso, a preocupação com a saúde do funcionário pode ajudar a empresa a reduzir custos com plano de saúde, internações e afastamentos.

Fonte:

Exame;