Monthly Archives: setembro 2020

painel solar

Johnson & Johnson Inaugura Primeira Fazenda Solar no Brasil

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A Johnson & Johnson, junto da EDP, inaugurou sua primeira fazenda solar na América do Sul, localizada em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O empreendimento pode gerar energia suficiente para abastecer 1.000 residências e foi executado pela EDP.

O projeto conta com 3.240 módulos fotovoltaicos, em uma área de 6.000 metros quadrados. A energia limpa gerada na estrutura vai evitar a emissão de 215 toneladas de CO2 na atmosfera, volume que demandaria o plantio de 600 novas árvores por ano para ser neutralizado.

A usina foi construída pela EDP Smart, divisão que reúne o portfólio de soluções em energia da portuguesa EDP. Desde 2017, a empresa negociou 58,9 MWp em projetos de energia solar — 28,1 MWp já instalados e 30,8 MWp em desenvolvimento.

A expectativa da EDP é encerrar 2020 com 33 MWp instalados e, nos próximos três anos, triplicar os investimentos em energia solar, para 300 milhões de reais anuais.

Ele salienta que a relação entre a EDP e a Johnson & Johnson é de longa data, uma vez que o complexo fabril do interior de São Paulo fica na área atendida pela EDP (ex-Bandeirante Energia). “É uma parceria que tem dado muito certo.”

Limpeza da matriz

Atualmente, a EDP tem 60 MWp de investimentos na área de geração fotovoltaica no Brasil. “Nossa ambição é ampliar cada vez mais esse volume”, afirma o executivo da companhia.

Segundo Andrade, até o final da década a EDP terá 100% da sua geração proveniente de fontes renováveis. Dois fatores contribuem para a competitividade do Brasil no segmento de geração fotovoltaica: irradiação solar em larga escala e abundância de terrenos. 

Paralelamente a projetos de geração de energia renovável, a EDP está instalando 30 postos de recarregamento de automóveis elétricos da modalidade ultra rápida no estado de São Paulo, em uma iniciativa para reforçar o posicionamento da empresa e ajudar na expansão dos carros elétricos.

Fonte:

Exame;

USP concluiu o maior sequenciamento genético da população brasileira

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Cientistas da USP finalizaram o maior banco de dados genéticos da população brasileira, com o sequenciamento do genoma completo de 1.171 idosos. Na amostra, foram encontrados 2 milhões de variações genéticas inéditas.

Os mais de mil genomas completos, já disponíveis em plataforma aberta on-line, devem facilitar o diagnóstico de doenças raras por meio de testes genéticos.

Os cientistas brasileiros compararam seus resultados com dois dos maiores bancos de dados genômicos do mundo (gnomAD e dbSNP). Juntos, eles possuem mais de 700 milhões de variantes catalogadas.

Prevalência de doenças

No estudo da USP, os pesquisadores analisaram 400 variantes catalogadas em bancos genômicos internacionais como patogênicas. Ao verificarem a condição clínica dos idosos que tiveram o sequenciamento realizado, os cientistas observaram que 37% dessas variações não estavam relacionadas a doenças no grupo brasileiro e reclassificaram essas variantes como não patogênicas.

Ela ressaltou que pesquisas de sequenciamento genético são caras e manifestou apreensão quanto ao projeto de lei enviado pelo governo estadual à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) que prevê corte de verbas de instituições que financiam pesquisas, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), uma das principais apoiadoras do projeto. “Se cortarem os recursos, estudos como o nosso podem ser interrompidos. Cada sequenciamento custa U$ 1 mil dólares, fora a análise, computadores. Se não tivéssemos esse apoio financeiro, não teríamos finalizado o estudo.”

Estudo avalia como genoma de idosos define risco de covid-19

O Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP vai usar o genoma sequenciado dos idosos também para avaliar quais variantes genéticas estão relacionadas com quadros mais ou menos graves de covid-19.

Fonte:

Terra;

black-friday-rapaz

Black Friday de 2020 deve ser a maior de todos os tempos

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A Black Friday de 2020 deve ser a maior de todos os tempos, visto que os aplicativos de compras no Brasil cresceram 100% durante a pandemia, relativo ao crescimento de 84% do ano passado.

Segundo o estudo da empresa AppsFlyet, o motivo para esse aumento significativo é o fato de os brasileiros terem se acostumado a fazer compras online(aumento de 93% na instalação de apps de compras na América Latina), ao mesmo tempo em que marcas mais tradicionais tiveram de se digitalizar para não perder a clientela.

No Brasil a situação é ainda mais forte. Entre fevereiro e maio deste ano o download de apps via anúncios foi de 100% e, segundo a AppsFlyer, coloca o país como o maior mercado de aplicativos na América do Sul. Outro número que pode significar uma boa notícia para os varejistas é que a receita de aplicativos cresceu 125,44% entre março e junho deste ano.

Na Black Friday de 2019 as sessões de aplicativos de compras subiram 40%; número que foi ultrapassado somente entre abril e junho deste ano, chegando a 50%. O estudo indica que isso mostra a adaptação dos brasileiros a procurar cada vez mais produtos via aplicativos. A expectativa de crescimento do faturamento no evento deste ano, segundo a AppsFlyer, é de cerca de 20% em relação ao ano passado.

Os resultados de 2019 já foram bons, e somente nas primeiras sete horas de vendas da Black Friday no ano passado no e-commerce totalizaram R$ 362,1 milhões, segundo levantamento da Ebit/Nielsen. O número foi 69% superior ao mesmo período de 2018. O volume de pedidos nestas sete horas, segundo o levantamento, foi de 448 mil, variação de 61% frente ao mesmo período de 2018 (278 mil).

Fonte:

Exame;

Mulher na liderança

CEO do futuro precisa ter empatia e ser mais comunicativo

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A terceira apresentação do workshop virtual da Exame com a  Money Report debateu as habilidades do CEO do futuro. Na conversa, transmitida pelo YouTube, CEOs de grandes empresas do Brasil, como Artur Grynbaum (Boticário), Paulo Kakinoff (Gol), Tânia Cosentino (Microsoft Brasil), além dos debatedores Paulo Castro (Sovos) e Marco Lorena (Think).

Os executivos debateram as mudanças no ambiente de trabalho no home office. Para Marco Lorena, com o trabalho remoto e a comunicação virtual, que para ele foi fundamental, houve uma aproximação das áreas.

Paulo Castro, da Sovos, esteve em linha com o discurso de que a comunicação é fundamental, mas não descarta que a pandemia gerou um momento atípico e que é importante manter a produtividade até janeiro. “Isso está sendo endereçado com cada vez mais proximidade com os clientes, para entender as necessidades de cada um”, afirma.

Na Microsoft brasileira, Tania Cosentino lembrou da zoom fatigue, um cansaço adicional causado pelo home office. “As pessoas estão trabalhando muito mais e estão cansadas”, afirma. A Microsoft implementou práticas para tentar amenizar isso, como eventos virtuais para lazer e até uma criação de uma licença remunerada de até 12 semanas.

O caso do Boticário é diferente outras empresas porque precisou lidar com o fechamento das lojas físicas durante a pandemia. “Era preciso pensar em como ganhar dinheiro mesmo com as lojas fechadas”, diz Artur Grynbaum. O e-commerce triplicou durante o período graças a uma estratégia com o uso de ferramentas virtuais, seja o WhatsApp ou uma loja virtual, para auxiliar as vendas.

O setor aéreo vive incerteza com a pandemia. Para combater isso, a Gol adotou uma plataforma de comunicação interna para prover o máximo de informações possível para os funcionários com a incerteza do mercado aéreo. “Precisávamos passar por esse deserto”, afirma Paulo Kakinoff, diretor executivo da Gol. “Estamos com mais água no cantil do que imaginávamos no começo, mesmo com a crise mais aguda do que pensávamos”

Fonte:

Exame;              

Testes da vacina de Oxford contra Covid-19 voltam no Brasil nesta segunda, diz laboratório

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Após paralisação dos testes, devido a um possível sintoma relacionado a vacina, os testes da última fase da vacina contra o Covid-19 feita por pesquisadores de Oxford junto do laboratório AstraZeneca, foram retomados nesta segunda-feira no Brasil.

O Ministério da Saúde emitiu nota no sábado sobre a retomada dos testes em “todos os países participantes” – mas não confirmou a data informada pelo laboratório.

“Cabe destacar que a prioridade da Pasta é a segurança de todos os voluntários envolvidos nos testes, que tem como base o padrão internacional de Boas Práticas Clínicas – seguido com rigor pelo Brasil”, disse o ministério.

Suspensão temporária dos testes

Os testes foram suspensos devido a uma possível reação adversa de uma voluntária, mas não foi encontrada relação do quadro de saúde da voluntária com a vacina.

O jornal “The New York Times”, informou que a paciente que sofreu efeitos adversos teve mielite transversa, uma síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal.

A Anvisa diz que “continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas cabíveis para garantir a segurança dos participantes”.

Testes no Brasil e compra de 30 milhões de doses

O estudo já aplicou doses em 4,6 mil voluntários no Brasil e a Unifesp afirma que os voluntários “foram recrutados e vacinados, sem qualquer registro de intercorrências graves de saúde.”

O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz, assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses da vacina, com entrega em dezembro deste ano e janeiro de 2021.

Há acordo de transferência da tecnologia desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca para produção local na Fiocruz, com previsão do ministério de início ainda no primeiro semestre de 2021.

Fonte:

G1;

Home office tendencia

Empresários reduzem escritórios e investem em espaços de reuniões

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Após a onda de empresas que adotaram o serviço remoto durante a pandemia, uma nova tendência surgiu, a redução do espaço de escritório para aumentar a economia de tempo e recursos. Mas é necessário antes considerar as demandas dos clientes e funcionários.

Assim como a XP Investimento, apresentada em um post anterior, o escritório Pallotta Martins e Advogados recolheu opiniões para avaliar o home office no geral. “Quando entendemos que os clientes estavam sendo bem atendidos, que os advogados estavam satisfeitos e que conseguiríamos enxugar custos, decidimos que a mudança seria permanente”, diz Marcos Martins Pedro, 37, sócio.

Com isso, a empresa com um escritório de 100m² começou a procurar um imóvel 60% menor, que será usado como ponto de apoio para audiências virtuais, reuniões com clientes e mentorias. Assim, a projeção é uma economia de 52% dos gastos em serviços de manutenção do escritório e ajuda de custo para os funcionários.

Ao decidir adotar o home office, o empresário precisa colocar no papel todos os custos envolvidos, desde investimentos iniciais até os gastos fixos, lembra Enio Pinto, gerente de relacionamento com o cliente do Sebrae.

Isso significa, por exemplo, contabilizar a necessidade de contratar armazenamento em nuvem, comprar móveis e dar ajuda de custo para internet ou telefonia. “O funcionário precisa ter em casa as mesmas condições de trabalho que tinha no escritório”, diz.

Fonte:

Folha;

nota de 200 reais

Nota de R$ 200 entrou em circulação; saiba como evitar golpes

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A nova nota de 200 reais entrou em circulação nesta quarta feira, serão colocadas até o fim do ano, 450 milhões de cédulas, que terão o lobo-guará em sua face. O Banco Central divulgou na cerimônia o desenho da nova cédula, bem como detalhes que buscam impedir a sua falsificação.

O lançamento da nova nota de 200 reais no fim de julho foi seguido de muita resistência. Organizações de combate à corrupção e integrantes do Ministério Público criticaram a decisão do BC, alegando que a nota facilitaria a lavagem de dinheiro.

O Banco Central, por sua vez, argumenta que a concessão do auxílio emergencial a cerca de 60 de milhões de brasileiros desde abril e o aumento do hábito de guardar dinheiro em casa deram base à decisão.

A nota tem tons de cinza, azul e sépia e traz o animal lobo-guará porque ele ficou entre os animais mais votados em uma pesquisa feita pelo Banco Central na época do lançamento das notas de R$ 2 e R$20, que tem a ilustração de uma tartaruga marinha e de mico-leão-dourado.

Elementos de segurança

Marca d’água e quebra cabeça

Assim como todas as cédulas da família do real, a de 200 reais também tem a marca d’água. Além disso, tem uma espécie de “quebra-cabeça”, que forma o número 200 no lado superior esquerdo.

Número que muda de cor

Repare na barra brilhante que parece rolar pelo número e na mudança de cor, do azul para o verde.

Número escondido

Coloque a nota na altura dos olhos, na posição horizontal, em um local bem iluminado, e veja o número 200 que está oculto no lado direito da cédula.

Alto-relevo

Passe os dedos sobre o lobo-guará, o número de 200 e sobre a inscrição Banco Central do Brasil no lado da nota em que aparece o animal. No lado da efígie da República, o relevo está na inscrição República Federativa do Brasil, nas flores e folhas nas laterais e em “200 reais”.

Fonte:

Exame;

O celular é o novo cartão de crédito? Pagamentos com celular sobem 30%

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Assim como as novas tendências de digitalização que vem ganhando força na pandemia os meios de pagamento também estão se digitalizando. De acordo com a pesquisa feita pelo Capterra mostra que houve um crescimento de 32% no volume de pagamentos feitos por dispositivos móveis no Brasil. 

A pesquisa ouviu 1.002 entrevistados de todas as regiões do Brasil. Segundo o estudo, 46% dos entrevistados usavam os aplicativos de pagamento antes da pandemia. Depois da pandemia, 61% reportaram que usam a tecnologia no dia a dia. No total, 83% dos entrevistados afirmam ter pelo menos um aplicativo do tipo instalado no dispositivo. 

Antes da pandemia, 18% dos entrevistados não usavam a pagamento por digital, contra 5% no cenário atual. Ao todo, 96% dos consumidores que possuem os aplicativos de carteira digital pretendem continuar ou começar a utilizar o pagamento contactless no pós-pandemia. 

O principal motivo para a adoção desse meio de pagamento nos últimos meses é a facilidade de não precisar encostar em nenhuma superfície potencialmente contaminada pelo vírus. 28% dos entrevistados pelo Capterra disseram que o pagamento totalmente sem contato é a principal vantagem desse tipo de aplicativo. 

Novas tecnologias a caminho

Seguindo essas tendências, o Banco Central lançará em novembro o Pix, que deve substituir o DOC e o TED, que são limitados a horários comerciais e custam cerca de 10 reais por transação. Com isso, o Banco Central quer estimular a competição no mercado de meios de pagamentos e democratizar o acesso dos brasileiros ao sistema financeiro. 

Fonte:

Exame;

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Home office é novo indicador de desigualdade econômica no Brasil

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O trabalho remoto, home office, cresceu muito durante a pandemia. Porém o home office necessita que o empregado tenha uma estrutura bem formada para adotar esse estilo de trabalho, e com isso os dados consolidados desse sistema de trabalho constituem uma espécie de novo indicador das desigualdades econômicas do país.

Em julho, no Brasil, havia 8,4 milhões de trabalhadores remotos (10% de todos os trabalhadores do Brasil) e desses, metade (4,9 milhões, 13% dos trabalhadores da região), estavam no Sudeste e apenas 252 mil (4%) estavam no Norte, fatia mais pobre do país. 

Na avaliação do professor João Luiz Maurity Saboia, da UFRJ, os dados do IBGE retratam o que se intui: o home office é um benefício adicional para os mais qualificados, especialmente para a parcela que tem curso superior completo e trabalham em empresas digitalizadas.

O pesquisador Daniel Duque, do FGV-Ibre (Insituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), reforça que pesa também a qualidade do acesso à internet. O fato de o Sudeste ter uma infraestrutura de rede mais ampla e conexões mais ágeis favorecem o teletrabalho na região. 

A leitura do economista Rodolpho Tobler, também do FGV-Ibre, é que a questão da informalidade talvez explique porque há tão poucos em teletrabalho na região Norte. Segundo ele, o emprego no Norte é mais informal, com ocupações mais difíceis de serem exercidas no trabalho remoto.

“Muitas das barreiras cognitivas que existiam, como a resistência para atuar fora da empresa por acreditar que iria causar algum tipo de dificuldade, foram superadas. Ficou demonstrado que é possível exercer algum tipo de gestão sem estar necessariamente do lado do funcionário”, disse.

Fonte:

Folha;