CEO do futuro precisa ter empatia e ser mais comunicativo

By 17 de setembro de 2020 Releases No Comments
Mulher na liderança

A terceira apresentação do workshop virtual da Exame com a  Money Report debateu as habilidades do CEO do futuro. Na conversa, transmitida pelo YouTube, CEOs de grandes empresas do Brasil, como Artur Grynbaum (Boticário), Paulo Kakinoff (Gol), Tânia Cosentino (Microsoft Brasil), além dos debatedores Paulo Castro (Sovos) e Marco Lorena (Think).

Os executivos debateram as mudanças no ambiente de trabalho no home office. Para Marco Lorena, com o trabalho remoto e a comunicação virtual, que para ele foi fundamental, houve uma aproximação das áreas.

Paulo Castro, da Sovos, esteve em linha com o discurso de que a comunicação é fundamental, mas não descarta que a pandemia gerou um momento atípico e que é importante manter a produtividade até janeiro. “Isso está sendo endereçado com cada vez mais proximidade com os clientes, para entender as necessidades de cada um”, afirma.

Na Microsoft brasileira, Tania Cosentino lembrou da zoom fatigue, um cansaço adicional causado pelo home office. “As pessoas estão trabalhando muito mais e estão cansadas”, afirma. A Microsoft implementou práticas para tentar amenizar isso, como eventos virtuais para lazer e até uma criação de uma licença remunerada de até 12 semanas.

O caso do Boticário é diferente outras empresas porque precisou lidar com o fechamento das lojas físicas durante a pandemia. “Era preciso pensar em como ganhar dinheiro mesmo com as lojas fechadas”, diz Artur Grynbaum. O e-commerce triplicou durante o período graças a uma estratégia com o uso de ferramentas virtuais, seja o WhatsApp ou uma loja virtual, para auxiliar as vendas.

O setor aéreo vive incerteza com a pandemia. Para combater isso, a Gol adotou uma plataforma de comunicação interna para prover o máximo de informações possível para os funcionários com a incerteza do mercado aéreo. “Precisávamos passar por esse deserto”, afirma Paulo Kakinoff, diretor executivo da Gol. “Estamos com mais água no cantil do que imaginávamos no começo, mesmo com a crise mais aguda do que pensávamos”

Fonte:

Exame;              

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