Com o Impulsionamento dos E-Commerces com a Quarentena a Crise do Varejo é Minimizada

By 23 de junho de 2020 Releases No Comments
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Apesar da atuação em vendas online, empresas notam queda nos lucros

A quarentena gerou um aceleramento numa tendência que já vinha tomando forma, a digitalização das empresas, porém, muitos setores como o do varejo, sofreram com a pandemia e a queda de vendas físicas, mas com a utilização dos e-commerces a crise pode ser minimizada.

Até o momento, em 2020, o faturamento por vendas online já subiu 28,8% em relação a 2019 e o número de pedidos subiu 31,6%, porém, o ticket médio caiu 2,2% devido o aumento na procura de produtos de uso básico e uma diminuição de produtos mais caros e menos essenciais.

“Vendas físicas são muito importantes, o varejo online apenas minimiza o impacto no faturamento. Veremos o efeito da pandemia de forma ampla no segundo trimestre”, diz Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos.

Grandes empresas do setor de varejo sofrem também com a quarentena apresentando uma queda de até 15% no lucro com a diminuição das vendas físicas. Outro fator que influenciou a queda do lucro foi o investimento na melhora da estrutura de entrega das empresas para acompanhar a tendência de digitalização que cresceu com a pandemia e a demanda por entregas online.

No cenário atual, empresas que já trabalhavam apenas com vendas online apresentaram uma vantagem, como o Mercado Livre, Amazon, Submarino, Shoptime e etc. Mesmo assim, algumas dessas empresas apresentaram queda nos lucros mesmo com o crescimento de vendas, devido a diminuição do ticket médio.

Ações de varejistas com forte atuação no e-commerce sofrem menos com a crise

Ações de empresas focadas apenas em e-commerce e vendas online

Apesar dos números negativos, as varejistas apresentam forte valorização na Bolsa de Valores. Ao contrário da maior parte do mercado de ações, elas ostentam valores recorde em plena pandemia, como Amazon, Magazine Luiza, B2W e Mercado Livre.

“Na Bolsa só temos empresas boas, as líderes de cada setor, e as opções de investimento são escassas”, diz Junqueira.

Fontes:

Folha;

Techmundo;

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