“Desculpa mandar áudio”: pesquisa mostra como o brasileiro usa o WhatsApp

By 16 de julho de 2020 Releases No Comments
Whatsapp

Boa parte dos usuários aderem ao recurso das mensagens de voz, mas há preferência por recados curtos e fracionados

O whatsApp existe desde 2009 e uma das suas funções mais famosas são as mensagens de áudio, que existe desde 2013, e que são usadas quando não podem escrever ou quando é necessário explicar assuntos mais complexos ou apenas por comodidade. Porém a função divide opiniões, já que existem usuários que adoram gravar e ouvir áudios e outros que não usam a função e não gostam de ouvir áudios.

Uma pesquisa feita pela EXAME e a plataforma de pesquisa digitais MindMiners mostra que os áudios estão caindo em popularidade: 56% dos respondentes afirmaram gostar ou gostar muito de enviar áudios, enquanto 57% afirmaram gostar ou gostar muito de recebê-los. Cerca de 20% dos entrevistados dizem não gostar ou não gostar nada das interações via mensagens de voz.

Apesar da popularidade dos áudios o texto ainda é o maior meio de comunicação do aplicativo com 80% dos entrevistados; 11% dos entrevistados usam o áudio como principal meio de comunicação; e apenas 3% usam o WhatsApp com foco em chamadas (de áudio ou vídeo).

Duração Ideal

Ainda que mais da metade dos usuários brasileiros afirmam gostar de áudios, ninguém gosta de gravar ou ouvir mensagens muito longas, certo? Errado. Quando o assunto é a duração, as opiniões são variadas, 21% dizem que qualquer tamanho de áudio é aceitável. Metade dos entrevistados, porém, afirmam não gostar de receber uma grande mensagem de áudio inteira: a preferência, neste caso, é por uma sequência de mensagens de áudio mais curtas, fracionando a história.

O mais popular entre os apps

O WhatsApp foi a única rede social acessada por 100% dos participantes da pesquisa. Youtube, Facebook e Instagram vêm na sequência, utilizadas por 88%, 86% e 83% dos entrevistados, respectivamente.

A análise também mostra um uso mesclado do aplicativo: 55% recebem mensagens de amigos e familiares, mas também de chefes e colegas do trabalho, com demandas profissionais. Neste sentido, mudanças são bem-vindas – quase 70% acreditam que o WhatsApp deveria, de alguma forma, separar as conversas pessoais das profissionais.

Fonte:

Exame;

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