Impulsionados pela quarentena, pedidos no e-commerce brasileiro cresce e registra abertura de mais de uma loja virtual por minuto

By 9 de junho de 2020 Releases No Comments
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No último mês, o número de pedidos feitos pela internet no país atingiram 23,8 milhões e nos últimos 2 meses, foram criados mais de 107 mil novos e-commerces

Com a pandemia, diversos brasileiros deixaram de frequentar shopping, mercados e comércios de diversos tipos. Com isso o setor de e-commerce apresentou um aumento em popularidade e vendas. De acordo com a pesquisa feita pela Compre & Confie, o número de pedidos online durante o mês de maio cresceu 132,8%, em relação a 2019.

O levantamento mostrou que o número de pedidos feitos pela internet em maio somaram 23,8 milhões, totalizando um faturamento de 9,4 bilhões de reais. No entanto, o valor gasto por compra diminuiu. Em maio, o tíquete médio (valor das vendas totais divididas pelo número de vendas) teve uma leve retração de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Aumento de Popularidade

O aumento das vendas por e-commerce também gerou um aumento de popularidade na modalidade de vendas e resultou em mais empreendimento no setor de vendas online. No Brasil, em pouco mais de dois meses, foram abertos mais de 107 mil e-commerces novos (). Esse foi o caminho encontrado por empresas e empreendedores para amenizar a súbita queda de faturamento causada pela pandemia.

“Com o fechamento do comércio, em março, quem nunca tinha pensado em comércio virtual teve de começar a desenvolver ferramentas para faturar alguma coisa”, diz o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da região do Bom Retiro, Nelson Tranquez. Na avaliação dele, a pandemia provocou uma mudança na cabeça dos empresários, que tiveram de se reinventar. Mesmo quem não teve condições de criar um site, passou a vender em marketplace ou por WhatsApp, completa.

Para o presidente da Trevisan, VanDick Silveira, a pandemia fez com que as empresas repensarem os seus modelos de negócio. “E ficou claro que o modelo digital dá resultado e veio para ficar.” Com o isolamento social, as pessoas passaram a comprar de tudo pela internet, produtos e serviços. “É uma mudança radical. Tivemos um salto de cinco anos nesse processo (de digitalização do consumidor)”, avalia Silveira.

Fonte:

IstoÉ;
InfoMoney;

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