Mudanças de Hábitos e Saúde Emocional na Quarentena

By 31 de março de 2020 Releases No Comments

Uma pesquisa, encomendada pela agência Leo Burnett, realizada entre o dia 13 e 16 de março ouviu a opinião de como as pessoas estão lidando com a quarentena e seus hábitos.

A principal preocupação dos entrevistados está na economia do Brasil e do mundo (52% como a principal preocupação). Logo atrás temos a preocupação de familiares e amigos contraiam a doença (48%) e a falta de produtos no supermercado (45%). Porém a pesquisa também revelou que apenas 52% dos entrevistados estão seguindo as indicações da OMS evitando sair de casa, frequentar bares e restaurantes, utilizar o transporte público, aglomerações e reuniões de família.

Como os Brasileiros Estão Coletando informações?

Sendo os canais de notícia o principal meio de se manter informado durante a pandemia, foi relatado que 82% dos entrevistados procuram notícia pelo menos uma vez ao dia e 53% dos entrevistados relataram que aumentaram consideravelmente o consumo por informação.

Os canais mais utilizados pelos entrevistados são a TV aberta (76% dos entrevistados utilizam esse canal), sites e blogs de notícias (77%) e as redes sociais (64%). Vale ressaltar que as redes sociais são os canais mais propensos a disseminação de fake news, como foi mostrado em um outro post feito no blog é importante validar as informações encontradas em redes sociais em canais de notícias confiáveis.

Consumo

A pesquisa também mostrou que com o aumento de casos de contaminação, os entrevistados afirmam tomar mais precauções contra a contaminação do vírus como lavar as mãos com frequência (68%), uso de álcool em gel (63%), ficar em casa por longos períodos (44%) e limpar assentos/privada (15%), essas atitudes mostram uma mudança também na decisão de compra dos entrevistados.

O consumo de produtos de higiene também aumentou os entrevistados passaram a comprar mais álcool em gel (83%)m sabonetes líquidos (56%) e desinfetantes (45%) e o papel higiênico teve um aumento reduzido entre os entrevistados (38%).

Em questão de alimentos o consumo de não perecíveis aumentou 45% dos entrevistados com mais de 36 anos estão comprando mais produtos não perecíveis, contra 24% entre os entrevistados abaixo dessa faixa etária, mas alguns produtos vão sobrar nas prateleiras do supermercado como as bebidas importadas (57%), alimentos importados (49%) e bebidas alcoólicas (45%).

Futuro

Tendo em mente a longa maratona contra o vírus, que vem ocorrendo em diversos países, muitos entrevistados (75%) dizem que os casos vão aumentar, mas devemos lembrar que a quarentena não vai parar o crescimento do número de casos, até alcançarmos o pico de casos (previsto para abril e maio), mas ajudará a manter o número de casos baixos de forma que o sistema de saúde do país possa atender aqueles que mais necessitam e que estão em grupos de risco.

Fontes:

PropMark;

G1;

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