Quais são as vacinas mais avançadas do covid-19?

By 30 de julho de 2020 Releases No Comments
Vacina covid

Segundo os últimos relatórios da OMS, seis vacinas do COVID-19 estão na fase final de testes (a vacina de Oxford com a AstraZeneca, a chinesa Sinovac, as da Sinopharm em parceria com Wuhan e Pequim, a americana Moderna e a também americana da Pfizer em parceria com a alemã BioNTech) mas ainda existem outras 20 que estão em testes clínicos e outras 139 que estão em desenvolvimento.

Até o momento, nenhuma vacina mostrou a garantia de trazer imunidade contra o vírus, mas caminham a passos largos rumo a esse objetivo.

As 6 vacinas em fase 3:

Sinovac Biotech: a vacina chinesa que começou os testes em fase 3 no Brasil na última segunda-feira, 20, pretende fabricar até 100 milhões de doses anuais. Por aqui, 9 mil profissionais da área da saúde receberão a vacina.

Sinopharm (versões de Wuhan e Pequim): as vacinas com base em vírus inativado, que se mostraram capazes de produzir resposta imune ao vírus, começaram as fases 3 de testes neste mês nos Emirados Árabes Unidos. Cerca de 15 mil voluntários participaram do período de testes e a empresa chinesa acredita que a opção estará disponível para o público já no final do ano.

Oxford e AstraZeneca: os resultados preliminares das fases 1 e 2 da vacina com mais de mil pessoas mostraram que ela foi capaz de induzir uma resposta imune à doença. As fases dois (que ainda está ocorrendo no Reino Unido) e três de testes (acontecendo no Reino Unido, Brasil e África do Sul) devem garantir a eficácia completa dela. A opção é tida como a mais promissora pela OMS. 

Moderna: empresa americana inicia última fase de testes de sua vacina baseada no RNA mensageiro nesta segunda, 27. O teste vai incluir 30 mil pessoas nos Estados Unidos e o governo investiu pesado: cerca de 1 bilhão de dólares para apoiar a pesquisa. A expectativa da empresa é produzir 500 milhões de doses por ano.

Pfizer e BioNTech: a vacina agora também está na fase três de testes e também usa o RNA mensageiro, que tem como objetivo produzir as proteínas antivirais no corpo do indivíduo. A expectativa é testar a vacina em aproximadamente 30.000 voluntários com idades entre 18 e 85 anos no mundo. Desse total, 1.000 serão testados no Brasil. Se tudo der certo, a expectativa é que a eficácia da vacina seja comprovada até o outubro.

Fonte:

Exame;

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